Monthly Archive for May, 2008

e aí, macaco, você ainda acha que tá certo?

povinho econômico

um estudo recente conduzido pela UFMG mostrou que cada brasileiro caminha em média 1.440 km por ano.
outro estudo feito pela Associação Médica Brasileira mostrou que na média o brasileiro toma 86 litros de cerveja por ano.

isso significa que na média, o brasileiro faz 16,7 km por litro.

mandou bem o tio

jecolândia

hoje poderemos dar mais um largo passo em direçâo ao poço escuro da estupidez, ao apoio da cretinice crônica que grassa nas nossas terras. só depende do supremo votar contra ou a favor do uso embriões pra se fabricar células tronco. meus sais, ontem acabou 4 a 4 – país de imbecis!

enquanto isso, um tal de paulinho faz de tudo pra disfarçar o que fez. diz que as ‘elites’ estão contra ele. patético pra alguém que diz isso escondido na sombra da imunidade parlamentar. cadeia nele djá.

(escrevo desde um cybercafé aqui do lado da goma, devido a falta de computador no lar. tem um tuberculeproso tossindo sem parar ao meu lado. que asco.)

sincronia


dizem que várias mulheres quando passam muito tempo juntas, acabam por sincronizar as regras.
deusolibre, ki-meda, imaginem o resultado: um monte de tpms simultâneas.

vi e gostei

o que é que há, gatinha?
filme boboca de 1965.
no entanto vale pelo papel do peter sellers – um psiquiatra cabeludo dos anos 60 -, pela quantidade de mulheres maravilhosas que estão no filme e pelo woody allen.
flm
da esq. pra dir.:
de pé:
Paula Prentiss, Romy, Ursula & Capucine
embaixo:
woody allen, peter o’toole, peter sellers

angle six

vaievem

ir e voltar

astrologia da carnecrua

aspectos e alinhamentos siderais:
img_1229
oposição de girassol e lua em trígono com a goma.

;¬)

pandoro II – um bar-zumbi

estive no pandoro, ou ao que restou do sensacional finado pandoro: nome e endereço.

eu achava o pandoro um dos melhores bares dessa cidade. ótimos acepipes, bebidas honestíssimas, charutos e o tradicional caju amigo fizeram daquele bar um ícone, um exemplo a ser seguido.
provavelmente não foi isso que pensaram os novos donos.
na mesa foram pedidos dois chopps e dois cajus. os cajus, preparados pelo próprio inventor, não nos lembraram os velhos tempos, ao contrário estavam meio que aguados e sem aquela acidez/doçura caracteristica. os chopps estavam longe da temperatura adequada. não se pode julgar um bar por tão pouco, entretanto bateu uma frustração generalizada que nos fez querer ir embora imediatamente, nem ficamos pra testar a cozinha. pedimos a conta. nossa estadia foi tão rápida que causou espécie na gostosete-de-saltos que fica abrindo a porta e distribuindo olás (é, agora tem disso lá).

mas não foram as bebidas que nos fizeram sair o mais cedo possível, foi, antes de tudo, o ambiente: falso, fingido, de uma velhice mentirosa exposta nos falsos arranhões no teto, o pandoro reabriu como se fosse ele mesmo, mas não o é. é um bar zumbi, um morto sem alma que caminha, enfeitiçado pelos muitos milhões investidos, não por mérito próprio.

como disse um amigo o panda virou uma mistura de tudo que tem de pior no alemão de itu com o astor. eu acrescento mais um pra mistura: astor x alemão de itu x funerária. lámentável.
deveriam respeitar e deixar exatamente como era: o pandoro era uma instituição.

é isso que dá colocar decorador de casa de madama pra fazer um clima num bar. ainda, no teto, tem umas frases lápidares pintadas em espelhos de gosto extremamente duvidoso. uma delas, de um sr conhecido na fina flor da sociedade paulistana, diz assim: “vá tomar caju, amigo”. uia. finíssimo, tudo a ver. vocês entenderam a piada? hein, entenderam, hein?
sinceramente acho que ele copiou de um pára-choques de algum caminhão. ao meu ver, depois do que fizeram ao que representava o nome pandoro, o sr decorador de interiores, como muito bem disse o senhor silva, deveria mudar o sobrenome de armentano para diminuíno.

apesar do ambiente completamente frustrante, devo dizer, que tenho que voltar lá para experimentar a cozinha do lugar, que tem a obrigação de ser muito boa dado o investimento aparentemente feito.
também não posso dizer que que o bar é ruim por dois chopes e dois cajus. aliás, reparei que ao sair a chopeira já estava começando a cobrir-se de gelo, talvez um indicativo de melhora da temperatura. de toda maneira, no pandoro original, nunca se colocaria na estante do bar latas de red bull.
levar o nome pandoro avante não é empreita fácil e na minha ignóbil e conservadora opinião os novos proprietários começaram claudicantes, com o pé esquerdo e sapato apertado. time will tell.

post scriptum:
nah.. pensando bem, em homenagem ao meu fígado, não darei segunda chance pra esse lugar, aliás, quem freqüenta esse moquifo leva o sagrado nome do pan d’oro em vão e não merece a renovação das celulas hepáticas.

mais aqui

eu qué

anti-diva-chair-1
a cadeira Antidiva Micama, linda peça de design italiano. custa a bagatela de £3500 ou por volta de US$6844. e vem sem a linda mocinha encimada.
vi aqui

teste sua sabedoria

como vai seu entendimento do que é um peito siliconado?
eu fiz vários testes. no entanto em um só consegui acertar todos os peitos, er, pontos.
vá lá, faça o teste depois se exiba aqui dizendo que você manja pacas de peitichos.